Este es Boi -Tatá gigante imaginado y creado por los chicos de 4to año para la muestra anual de la escuela
Así dibujaron los chicos a Boi-tatá con el graficador Paint y Kid Pix
Narración espontánea de la leyenda Boi -Tatá
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Los alumnos de 4to año del Nivel Primario del Colegio VNIVERSITAS, La Plata Buenos Aires Argentina, se sintieron orgullosos de poder mostrar sus trabajos a toda la comunidad educativa y contar sus experiencias, durante el proceso del proyecto con la Escuela Cristovao de Mendoza de Brasil.
Los alumnos tradujeron al español la leyenda del Quero Quero, y crearon títeres con papeles de colores. Luego la representaron y grabamos un video para compartir.
Leyenda del Quero Quero:
Cuenta la leyenda, que cuando María, Jósé y el Niño Jésus, eran perseguidos por el rey Herodes y sus soldados, corrian hacie el campo a esconderse, entonces la Virgen María les pedía a los animales que no hicieran ruido, para que ellos no fueran descubiertos. Todos hacián caso, menos un pájaro que solo quería seguir cantando, el decía: quiero cantar! quiero cantar!, quiero cantar!. Entonces María lo castigó y lo hizo que cantara por siempre. Es así que hoy se lo escucha cantar todo el tiempo diciendo , QUERO QUERO, QUERO QUERO!!!
Video de los títeres de la leyenda del "QUERO-QUERO"
Em tempos muito antigos, que as pessoas mal se lembram, houve um grande dilúvio, que afogou até os cerros mais altos. Pouca gente e poucos bichos escaparam – quase todos morreram. Mas a cobra-grande, chamada pelos índios de Guaçu-boi, escapou. Tinha se enroscado no galho mais alto da árvore mais alta e lá ficou até que a enchente deu de si, as águas começaram abaixar e tudo foi serenando, serenando...
Vendo aquele grande número de pessoas e animais mortos, a Guaçu-boi, louca de fome, achou o que comer. Mas só comia os olhos dos mortos. Diz que os viventes, pessoas ou animais, quando morrerem guardam os olhos a última luz que viram. E foi essa luz que a Guaçu-boi foi comendo. E aí, com tanta luz dentro de si ela foi ficando brilhosa, mas não o brilho de um fogo bom, quente e sim de uma luz fria, meio azulada. E de tantos olhos que comeu e tanta luz guardou, que um dia a Guaçu-boi arrebentou e morreu, espalhando esse clarão gelado por todos os rincões. Os índios quando viam aquilo, assustavam-se, não mais reconhecendo a Guaçu-boi. Diziam, cheios de medo: “Mboi-tatá! Mboi-tatá!” Que na língua indígena significa Cobra de fogo. Até hoje o Boitatá anda errante pelas noites do Rio Grande do Sul. Ronda os cemitérios e os banhados, de onde sai para perceguir os campeiros. Os mais medrosos disparam, mas para os valentes é fácil: basta desaprilhar o laço e atirar a armada em cima do Boitatá. Atraído pela argola do laço, ele se enrosca todo, se quebra e se some.
Quando a sagrada família fugia para o Egito, com medo das espadas dos soldados do Rei Herodes, muitas vezes precisou se esconder no campo, quando os perseguidores chegavam perto.
Numa dessas vezes, nossa senhora, o divino piá, pediu a todos os bichos que fizessem silêncio, que não cantassem, por que todos os soldados do rei podiam ouvir.
Todos obedeceram prontamente, mas o quero-quero não: Queria porque queria cantar e dizia: quero cantar! Quero cantar! Quero cantar!
E tanto disse que foi amaldiçoado por nossa senhora: ficou querendo até hoje, para sempre.