La tecnología no se enseña, sino que se se aprende a partir de experiencias.

La tecnología no se enseña, sino que se se aprende a partir de experiencias.
No se trata de enseñar tecnología, sino de acompañar y promover su apropiación.

lunes, 31 de octubre de 2011

Aquí está BOI-TATÁ

Este es Boi -Tatá gigante imaginado y creado por los chicos de 4to año para la muestra anual de la escuela

 

Así dibujaron los chicos a Boi-tatá con el graficador Paint y Kid Pix


Narración espontánea de la leyenda Boi -Tatá




Añadir leyenda







Los alumnos de 4to año del Nivel Primario del Colegio VNIVERSITAS, La Plata Buenos Aires Argentina, se sintieron orgullosos de poder mostrar sus trabajos a toda la comunidad educativa y contar sus experiencias, durante el proceso del proyecto con la Escuela Cristovao de Mendoza de Brasil.


domingo, 30 de octubre de 2011

Lenda do João de Barro


A lenda do João de barro
Contam os índios que um moço da tribo sul do Brasil se apaixonou-se  por uma moça muito bonita.
Então foi pedi-la em casamento, o pai da moça então disse:
-Que provas você pode dar para mostrar que ama minha filha?
O Moço respondeu:
- As provas de meu amor!
O velho gostou da resposta, então disse que o último pretendente de sua filha disse que ficaria cinco dias em jejum e morreu.
-Pois eu digo que fico 10 dias em jejum! – Respondeu o moço.
Toda tribo se espantou coma coragem do jovem.
 Iniciou-se a prova.
A jovem apaixonada chorou pedindo a Deus Lua que mantivesse vivo o seu grande amor.
Quando amanheceu a jovem disse:
- Papai já se passou cinco dias. Não o deixe morrer!
- Ele é arrogante. Vamos ver o que acontece. – Disse o velho pai.
Quando começou outro dia, o pai da bela moça ordenou:
-Vamos ver o que resta de Jehé.
Quando abriu o couro da anta aos poucos Jehé virou um pássaro!
Os raios solares tocavam na moça apaixonada, quando perceberam a moça também havia virado um pássaro!
Assim contam os índios a história do João de barro.

 

lunes, 19 de septiembre de 2011

Leyenda del Quero Quero

Los alumnos tradujeron al español la leyenda del Quero Quero, y  crearon títeres con papeles de colores. Luego la representaron y grabamos un video para compartir.

Leyenda del Quero Quero:


Cuenta la leyenda, que cuando María, Jósé y el Niño Jésus, eran perseguidos por el rey Herodes y sus soldados, corrian hacie el campo a esconderse, entonces la Virgen María les pedía a los animales que no hicieran ruido, para que ellos no fueran descubiertos. Todos hacián caso, menos un pájaro que solo quería seguir cantando, el decía: quiero cantar! quiero cantar!, quiero cantar!.  Entonces María lo castigó y lo hizo que cantara por siempre. Es así que hoy se lo escucha cantar todo el tiempo diciendo , QUERO QUERO, QUERO QUERO!!!


















Video de los títeres de la leyenda del "QUERO-QUERO"

lunes, 12 de septiembre de 2011

A Lenda do Boitatá


                Em tempos muito antigos, que as pessoas mal se lembram, houve um grande dilúvio, que afogou até os cerros mais altos. Pouca gente e poucos bichos escaparam – quase todos morreram. Mas a cobra-grande, chamada pelos índios de Guaçu-boi, escapou. Tinha se enroscado no galho mais alto da árvore mais alta e lá ficou até que a enchente deu de si, as águas começaram abaixar e tudo foi serenando, serenando...
             Vendo aquele grande número de pessoas e animais mortos, a Guaçu-boi, louca de fome, achou o que comer. Mas só comia os olhos dos mortos. Diz que os viventes, pessoas ou animais, quando morrerem guardam os olhos a última luz que viram. E foi essa luz que a Guaçu-boi foi comendo. E aí, com tanta luz dentro de si ela foi ficando brilhosa, mas não  o brilho de um fogo bom, quente e sim de uma luz fria, meio azulada. E de tantos olhos que comeu e tanta luz guardou, que um dia a Guaçu-boi arrebentou e morreu, espalhando esse clarão gelado por todos os rincões. Os índios quando viam aquilo, assustavam-se, não mais reconhecendo a Guaçu-boi. Diziam, cheios de medo: “Mboi-tatá! Mboi-tatá!” Que na língua indígena significa Cobra de fogo. Até hoje o Boitatá anda errante pelas noites do Rio Grande do Sul. Ronda os cemitérios e os banhados, de onde sai para perceguir os campeiros. Os mais medrosos disparam, mas para os valentes é fácil: basta desaprilhar o laço e atirar a armada em cima do Boitatá.  Atraído pela argola do laço, ele se enrosca todo, se quebra e se some.

lunes, 5 de septiembre de 2011

Leyenda de "COQUENA"

coquena

Canción “COQUENA”

me voy camino hacia la puna
Porque se durmió la luna en aquel frio arenal
Y le prometí taparla con la manta hecha de lana
Que los coyas bautizamos barracan.

Sé que la luna bajo del cerro
Porque quiere ver al dueño de su ardiente corazón
Dicen que es el dios de las vicuñas
De pastores y rebaños que transitan la región.

Coquena,Coquena

Es el dueño de toda la puna y del amor.
De la luna  que nació para alumbrar.
Mi cuna fueron aquellas pircas
Que quedaron olvidadas cerquita de Aguilar
Yo nací minero allá en Tres Cruces.

En pirquito Pan de azúcar la verdad que me olvide.
Se termina la dura semana
Y yo se bien que mañana no tengo que madrugar
Pero al despertarme pediré al dios puneño
Que la luna alumbre siempre, siempre más 


La Leyenda de COQUENAdibujos Coquena

miércoles, 31 de agosto de 2011

A lenda do Quero-Quero


Quando a sagrada família fugia para o Egito, com medo das espadas dos soldados do Rei Herodes, muitas vezes precisou se esconder no campo, quando os perseguidores chegavam perto.
Numa dessas vezes, nossa senhora, o divino piá, pediu a todos os bichos que fizessem silêncio, que não cantassem, por que todos os soldados do rei podiam ouvir.
Todos obedeceram prontamente, mas o quero-quero não: Queria porque queria cantar e dizia: quero cantar! Quero cantar! Quero cantar!
E tanto disse que foi amaldiçoado por nossa senhora: ficou querendo até hoje, para sempre.